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Noticias

World Bank works to redirect frozen funds to Afghanistan for humanitarian aid only

Afghanistan/November 30, 2021/By Reuters/Source: https://www.khaleejtimes.com/

The money will go mainly to addressing urgent health care needs

The World Bank is finalising a proposal to deliver up to $500 million from a frozen Afghanistan aid fund to humanitarian agencies, people familiar with the...

La educación transformadora en el pensamiento de Paulo Freire

La educación transformadora en el pensamiento de Paulo Freire

Por Eliseo  Cruz Aguilar

Colegio Nacional de Capacitación Intensiva
Oaxaca de Juárez ,  México

Resumen: En este artículo se expone la práctica y el pensamiento político pedagógico de Paulo Freire, destacando sus principales categorías acerca de la educación liberadora como respuesta...

Libros

Libro: 100 voces (y una carta) para Paulo Freire

100 voces (y una carta) para Paulo Freire

Nicolás Arata.

....................................................................................
Colección Red de Posgrados en Ciencias Sociales.
ISBN 978-987-813-052-1
CLACSO. Secretaría de Educación de Bogotá.
Buenos Aires.
Noviembre de 2021

*Dispo...

Ángel Martín: «Escribir ha sido un ejercicio muy agotador, pero muy terapéutico»

Ángel Martín: «Escribir ha sido un ejercicio muy agotador, pero muy terapéutico»

Por: JESÚS FERNÁNDEZ ÚBEDA

Ángel Martín (Barcelona, 1977) ingresó en el ala de psiquiatría del madrileño Hospital Puerta de Hierro el 4 de junio de 2017. Acudió a urgencias manifestando, entre otras “ideas extrañas”, que Chris Pratt y Jennifer Lawrence le enviaban mensajes desde la película Pass

Luto por Almudena Grandes en las redes

Luto por Almudena Grandes en las redes

Por Zenda Libros.com

Amigos y escritores se despiden de Almudena Grandes en las redes sociales. Numerosas muestras de cariño a su persona y reconocimientos a su importante obra literaria han aparecido en Twitter desde que se conoció la triste noticia de su fallecimiento. Hacemos a continuaci...

Mesa de Análisis “Violencia de género en la academia y en la ciencia patriarcal: reflexiones en voz alta”

Mesa de Análisis “Violencia de género en la academia y en la ciencia patriarcal: reflexiones en voz alta”

Te invitamos a participar en la Mesa de Análisis "Violencia de género en la academia y en la ciencia patriarcal: reflexiones en voz alta" que es parte de la Jornada #25N - 2021 Conmemoración del Día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la Mujer, que se realizará el día viernes, 26

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O Fetiche dos Usos de Tecnologias Digitais na Educação de Jovens e Adultos em Tempos de Pandemia

Por: Pedro Batela Neto1

No contexto da Pandemia do Novo Coronavírus, as Tecnologias Digitais (TD) tornaram-se ferramentas importantes para mitigar os impactos políticos, econômicos e sociais provocados pela adoção das medidas de distanciamento social, passando a ocupar um lugar de destaque nas atividades governamentais, empresariais e, inclusive, em algumas práticas cotidianas e escolares.

No campo educacional, as TD transformaram-se na pedra de toque dos formuladores do Ensino Remoto Emergencial (ERE), uma vez que seus usos podem conectar os sujeitos, possibilitando a comunicação e a interação entre seus pares, através da troca de mensagens de texto, áudio e imagem, via aplicativos, ou mesmo por meio de redes sociais, de forma síncrona e assíncrona, viabilizando, a priori, a continuidade das aulas e o desenvolvimento de diferentes atividades pedagógicas em ambientes virtuais. Mas ao reservarem às TD e seus usos o papel de destaque na resolução dos problemas sociais/educacionais, os sujeitos, principais atores envolvidos nos processos de ensino e aprendizagem, são secundarizados e reificados pelo fetiche que aliena-os desses mesmos processos.

O caráter místico e religioso desse modelo educacional, como diria Marx, revela-se no fato de que cerca de 28% das residências do país não têm acesso à internet, ou seja, aproximadamente 47 milhões de pessoas, 1 em cada 4 brasileiros, vive off-line e outros milhares navegam de forma restrita, na órbita do  universo digital, segundo o levantamento realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.

E quando os números referem-se especificamente aos sujeitos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), a situação torna-se ainda mais preocupante. Ao cruzar diferentes dados da pesquisa supracitada sobre a cor, as condições socioeconômicas da população, e suas relações com a posse e os usos de TD com estudos que investigam quem são os educandos dessa modalidade, constatei que as desigualdades impostas a esses sujeitos negros e provenientes das camadas populares no mundo real são reproduzidas e aprofundadas no mundo virtual, deixando-os à margem da Revolução Informacional.

Como reflexo dessa dupla exclusão, muitos educandos tiveram suas trajetórias escolares interrompidas e outros milhares vêm participando das aulas remotas de forma precária, ou seja, por meio de TD obsoletas e compartilhadas com amigos e/ou familiares, com planos de internet móvel/avulso o que certamente limita e, em muitos casos, impossibilita a participação nas atividades. Destaco que, somente na Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais, 42% dos sujeitos matriculados, aproximadamente 700 mil educandos e educandas, entre eles um contingente elevado de sujeitos da EJA, encontram-se fora da Web e, consequentemente, do ERE.

Esse cenário denota que as propostas e ações desenvolvidas pelos poderes públicos mostraram-se inadequadas, insuficientes e ineficientes para assegurar a continuidade da escolarização dos educandos, ocasionando o real esvaziamento da EJA, expresso no encerramento de matrículas, no fechamento de turmas e de escolas que ofertam essa modalidade.

Portanto, para a garantia do direito à educação em tempos de pandemia, é premente democratizar o acesso às TD e a internet de qualidade, mas, ao mesmo tempo, desmistificar os seus usos nos processos de ensino e aprendizagem, proporcionando, assim, uma das premissas básicas para a sua efetivação. Nesse sentido, é preciso ir além, estabelecer novas conexões e (re) conhecer o cotidiano, as condições materiais de existência e as visões de mundo dos educandos, para que a comunidade escolar busque construir práxis pedagógicas que promovam situações educacionais em que os sujeitos possam experienciar atividades de sua existência, a partir de um coletivo diverso, como sujeitos que constituam-se em comunhão, objetivando a permanência de todos e todas na escola educando-se, mesmo que, paradoxalmente, temporariamente fora dela.

 

1Educador na EJA na Rede Municipal de Educação de Contagem e Mestre em Educação de Jovens e Adultos pelo Promestre/FaE/UFMG.

 

Para saber mais:

Comitê Gestor da Internet no Brasil. TIC Domicílios: Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos Domicílios Brasileiros. São Paulo, 2020.

MARX, Karl. O capital: crítica da economia política: Livro I: O processo de produção do capital. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, v. 2, 1998.

MENEZES, B. Em Minas Gerais, 700 mil alunos devem ficar sem acessar as aulas remotas. O Tempo. 20 de abril de 2020.

SOARES, L.; GIOVANETTI, M. A.; GOMES, N. L. (Orgs.). Diálogos na Educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

Fonte do artigo:

http://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/o-fetiche-dos-usos-de-tecnologias-digitais-na-educacao-de-jovens-e-adultos-em-tempos-de-pandemia

Imagem de destaque: slightly_different / Pixabay  

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